Por que comer peixe faz tão bem à saúde?

Falar em alimentação saudável, faz a maioria das pessoas lembrar daquela salada verde acompanhada de um filé de peixe grelhado. Mas por que será que o peixe tem essa fama de saudável?
Os peixes possuem cerca de 20% em sua composição de proteína de ótima qualidade, rica em aminoácidos não essenciais, isto é, que não são produzidos pelo organismo. E quanto ao teor de gordura tão temido por todos? Quando falamos em peixes, não devemos ter a imagem tão negativa que temos, por exemplo, quando pensamos em carne vermelha, que tem gordura saturada em excesso.
O peixe é uma carne com baixo teor de gordura e o tipo predominante é a polinsaturada. Com grande destaque para as gorduras do tipo ômega 3, presente em peixes como sardinha, salmão e outros oceânicos, onde os estudos mostram ser um nutriente anti-inflamatório que auxilia na redução do risco de doenças cardiovasculares, diminuição dos triglicerídeos e colesterol e até mesmo da obesidade.
Moqueca de peixe com camarão
Ingredientes
400 gr. Peixe em postas (se possível Badejo)
200 gr. de camarão Rosa
02 tomates maduros – picados
02 cebolas brancas grandes – picadas
Coentro picado
Cebolinha picada
Azeite doce
Colorau
Tempero alho/sal
Limão
Água fervente
Preparo
Esquentar 3 colheres (sopa) de azeite em uma panela se possível de barro.
“Queimar” o colorau, juntamente com o tempero alho/ sal no azeite.
Imediatamente colocar as postas de peixe, previamente regadas com limão.
Adicionar ½ copo de água fervendo; tampar por 5 min.
Adicionar o coentro, a cebola e o tomate, nesta ordem. Regar um pouco mais de azeite.
Deixar cozinhar por 10 min. em fogo forte, tomando cuidado para o peixe não “agarrar” (queimar).
Colocar os camarões Rosa, previamente regados com limão e aguardar mais 2 minutos.
Salpicar de cebolinha e servir com arroz branco e pirão.

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O começo do inverno é sinônimo de tainha fresca. Os manezinhos e pescadores esperam a chegada desta época do ano para saírem à pesca. Pratos com tainha são tão tradicionais que se tornam pretextos para o encontro do final de semana.
Escalada, grelhada, frita ou com farofa, não importa: comer tainha é obrigação no inverno catarinense. Então, vamos preparar uma? Confira a receita:
Ingredientes:
— Tainha fresca
— Sal a gosto
— 1 Limão
— Pimenta a gosto
— 250g de camarão
— Farinha de Mandioca
— Manteiga
— Azeite de oliva
Modo de fazer:
1ª parte
- Limpar e abrir pela barriga uma tainha de 1,2kg (é importante que seja pela barriga, para que o fechamento dela fique mais discreto, deixando o prato mais bonito)
- Deixar a tainha marinando no sal, limão e tempero a gosto, de 10 a 15 minutos
- Lembre-se: pré-aqueça o forno durante 10 minutos, a 220ºC
2ª parte
Enquanto a tainha está marinando, prepare a farofa de camarão, que será o recheio do tradicional peixe:
250g de camarão miolo (eviscerado)
200g de farinha de mandioca
Sal e pimenta a gosto
Regar a panela com 01 colher (de sopa) de manteiga e azeite de oliva, dourar os camarões e misturá-los com a farinha e os temperos. Acrescentar cheiro verde. Levar ao fogo por 05 minutos. Mexa os ingredientes cuidadosamente para não queimar.
3ª parte
Após preparar a farofa e com a tainha marinada recheie-a com a farofa de camarão, ajeitando-a com uma colher. É importante que a tainha não fique estufada, para que a finalização do prato seja bonita. Após recheada (é normal sobrar farofa), coloque o peixe de barriga para cima e feche-o com palitos de dente, dando intervalos de 02 a 03 centímetros entre cada palito.
4ª parte
Coloque a tainha em uma forma e leve-a ao forno pré-aquecido, durante 25 minutos. Monitore o forno, regando a tainha com um fio de azeite de oliva para dourar o peixe e deixá-lo mais saboroso.
Acompanhamento: pirão e arroz.
Rendimento: 2 pessoas
Tempo de preparo: 40 a 50 minutos.
Vamos conhecer um pouco melhor alguns frutos do mar que são servidos no RANCHO DA DINHA?
Ostra: Tem o corpo mole, protegido por uma concha dura, grossa, cinza escura. Possui sabor suave, levemente salgado. A cor da carne pode variar do bege ao cinza e a textura pode ser macia ou firme. Pode ser consumida crua, com suco de limão e pimenta, cozida, ensopada, como moqueca, frita ou grelhada. A ostra é uma boa fonte do mineral zinco. 
Mexilhão: Sua concha é de cor negra azulada. Pode ser servido cru, ao vinagrete ou utilizado como ingrediente de algumas preparações como paella e caldeirada.

Polvo: Tem cerca de meio metro, com oito longos tentáculos. Sua carne é saborosa, porém elástica. Em função disso, o cozimento deve ser lento. O polvo também é utilizado no preparo de diversos pratos.

Lula: Está presente em vários pratos, como em moquecas, risotos, lula à dorê, paella, ou somente ao vinagrete. Sua carne é de textura firme.

Lagosta: Considerada como um dos melhores frutos do mar, quando crua tem cor esverdeado-escuro e depois de cozida torna-se vermelho brilhante. Tem cinco pares de patas e pode chegar a pesar 1,5kg. A lagosta é excelente fonte de vitamina B12 e ácido fólico.

Caranguejo: Vive em mangues, tem o corpo protegido por uma carapaça e cinco pares de patas. Pode ser encontrado inteiro, fresco ou já limpo e fora da casca. Como a lagosta e o camarão, o caranguejo possui um pigmento esverdeado chamado astaxantina, que ao sofrer aquecimento, fica vermelho (astaceno).

Camarão: Pequeno crustáceo, muito saboreado em diversos pratos. Existem inúmeras variedades de camarão: branco, cinza, rosa, sete barbas, pistola, entre outros. Pode ser encontrado fresco ou congelado.

Na hora da compra, fique atento para a carne que deve ser firme.
Receita simples de camarão, muito saborosa.
Ingredientes:
• 1/2 colher (sopa) de azeite de oliva
• 3 colheres (sopa) de creme de leite
• 3 colheres (sopa) de salsa picada
• 1 tablete de caldo de tomate
• 1 tomate sem pele picado
• 1/2 colher (sopa) de farinha de trigo
• 1/2 cebola picada
• 300 g de camarão médio limpo
Modo de Fazer:
Em uma panela,aqueça o azeite e refogue os camarões. Retire os camarões da panela e reserve. Na mesma panela, refogue a cebola. Junte a farinha e refogue até ficar levemente dourada.
Acrescente o tomate e o caldo de tomate dissolvido em meia xícara (chá) de água quente.Misture bem até ficar homogêneo e ligeiramente cremoso. Junte o camarão e cozinhe por cerca de 5 minutos.
Desligue o fogo, misture a salsa e o creme de leite.
Moqueca de camarão para aquecer
Ingredientes
- 1kg de camarão limpo médio
- 200ml de leite de leite de coco
- azeite de dende a gosto
- 02 tomates sem sementes
- 1 cebola grande
- 1 pimentão cortados em cubos
- 1/2 xícara de coentro picado
- 1/2 xícara de cebolinha picada
- 1 molho de coentro largo
- caldo de 02 limões
- 1 dente de alho grande picado
- sal a gosto
- 1 tomate
- 1 cebola
- 1/2 pimentão cortado em rodelas para pôr em cima da moqueca quase pronta
- Farinha a gosto para fazer o pirão
Modo de preparo
coloca-se em uma panela de barro o camarão , sal caldo do limão, tomate , cebola ,pimentão para marinar durante 20 minutos.
Depois coloca-se no fogo,põem o leite de coco, o azeite de dendê e água.
Por último o tomate, a cebola eo pimentão em rodelas por cima.
preparo do pirão: tira-se a metade do caldo ,deixa esfriar e coloca a farinha a gosto , mexa e coloque no fogo para que fique uma mistura não dura e nem mole.
coloque o pirão em um refratário de barro e decore com alguns camarão e coentro.
quando a panela de barro c/ o camarão for para a mesa, leve-a fervendo para que o cheiro possa exalar . bom apetite!!!!!
Cação desfiado
Ingredientes
1 posta de cação de 1/2 kg inteiro
2 Limões
2 colheres de manteiga ou azeite
1 dente de alho
1 cebola, cotada em pedacinhos
1 tomate, cortado em pedacinhos
1/2 pimentão, cortado em pedacinhos
1 molho de coento
Cuminho em pó
Pimenta a gosto (calabreza)
Sal a gosto
Modo de fazer
Cozinhar o cação numa água com sal e limão com a pele por 10 minutos. Depois de cozido e meio frio, retirar a pele e desfiar. Temperar com o alho bem batido, uma pitada de cuminho e uma pitada de pimenta calabreza (opcional). Numa panela de barro, acrecentar a manteiga e os outros ingredientes, deixar ferver por 5 minutos.
Colocar o cação desfiado, misturar e cozinhar mais 5 minutos.
Servir com arroz branco ou purê.
Procedente do Mediterrâneo, difundida na Antiguidade pelos Fenícios e consumida na Ásia por Japão e China, e na Europa, em especial na Itália, França e Espanha , há séculos, a Bottarga di Muggine vem a ser a ova de tainha processada artesanalmente e transformada no “Caviar do Mediterrâneo”.
Agora chega a mesa dos brasileiros esta iguaria, através da empresa catarinense Caviar Brasil, fruto da experiência de mais de 20 anos na exportação e produção artesanal da Bottarga, inclusive fazendo-o na Itália, Espanha e na costa Norte Africana.
De sabor único e marcante, muito conhecida e utilizada pelos Chefs, a Bottarga é um ingrediente versátil que pode dar um toque especial e sofisticado a qualquer receita, seja fatiada ou ralada. Uma iguaria capaz de transformar qualquer prato em obra-prima.
Degustar a Bottarga é sentir um mar de sensações, tão frescas quanto uma brisa à beira da praia. Especiaria presente nas cozinhas e mesas dos quatro cantos do mundo, ela é um acompanhamento nobre, porém simples, capaz de trazer à tona prazeres e paladar inesquecíveis. O verdadeiro caviar brasileiro.
CHICA CORTA A CORDA
Certo pescador de camarão da Costeira do Pirajubaé, era um apaixonado pela aviação, morando perto do aeroporto (Aeroporto Hercilio Luz), ainda mais incrementava a sua paixão. Resolveu construir um “avião” e o fez de madeira de restos de caixotes. Pronto o “duvidoso aparelho voador” amarrou-o com corda e pendurou o mesmo numa árvore bem alta, esperando um dia de vento sul bem forte para que pudesse efetuar o famigerado vôo inaugural.
Num domingo, que não daria para sair pro mar, percebeu que o vento era o ideal para a façanha. Olhou para o aparelho que balançava muito, satisfeito, trepou na árvore e embarcou nele, antes, porém, havia deixado uma faca afiadíssima com a mulher Chica e as devidas instruções: Chica corta a corda. O vôo inaugural teve o seu rumo certo, o Hospital, onde aterrizou e o piloto por muito tempo lá permaneceu.
Azeite de Oliva
O azeite é de uso milenar, não se sabe a sua origem. A Oliveira foi uma das primeiras arvores a ser cultivada há mais de 5.000 anos no Mediterrâneo Oriental e Ásia Menor. A palavra azeite provém do vocábulo árabe “Az-zait” que significa sumo de azeitona. Os fenícios, sírios e armênios foram os primeiros povos a consumi-lo, cabendo aos gregos e romanos levá-lo para a Europa e o Ocidente, permanecendo por séculos restrito aos povos do mediterrâneo. No século XVI os espanhóis introduziram o azeite no Peru, Chile e México e no século XVIII nos EUA.
Sua importância, ao longo dos tempos, resultou das múltiplas utilizações que lhe foram dadas na alimentação, medicina, higiene e beleza.
Os Mesopotâmicos untavam o corpo para se proteger do frio há mais de 5000 anos. A primeira classificação formal data do séc VII AC e era utilizado para o alívio da dor e cura de feridas, sendo muito utilizado nas guerras. Durante o Império Romano foi muito usado para amaciar a pele e os cabelos. Foi ainda combustível para iluminação, lubrificante para as ferramentas e alfaias agrícolas, impermeabilizante para fibras têxteis e elemento essencial em ritos religiosos. Porém o grande destaque da utilização do azeite, além da alimentação, foi na medicina. Na Grécia antiga, atletas já utilizavam o azeite como base para melhorar sua performance. Na época dos grandes descobrimentos, por volta do século XVI, o azeite era obrigatório nos navios, utilizado como base para o preparo de diversos medicamentos. Atualmente, diversas pesquisas comprovam os grandes benefícios que o azeite de oliva pode oferecer à saúde.
O que é o Azeie
O azeite de oliva é um tipo de óleo produzido única e exclusivamente a partir de azeitonas, fruto de uma árvore chamada oliveira. O nome “azeite de oliva” não pode ser utilizado nas misturas de azeite com outros óleos (esses são chamados de óleos compostos).
Tipos e Variedades
Existem cerca de 270 tipos de azeitonas e somente 24 são regularmente utilizadas na produção de azeites.
Cada país tem seu tipo característico:
• Espanha (Picual)
• Portugal (Galega)
• Argentina (Arauco)
O Azeite de Oliva é classificado com base nas suas características organolépticas (sabor e aroma), analíticas (acidez e outros dados químicos) e pelo processo extrativo e dividido, basicamente, em 3 Tipos:
Tipos de Azeite
AZEITE EXTRA VIRGEM
Obtido através da extração por processo de prensagem mecânica das azeitonas.
• Com aroma e sabor impecável, apresenta menos de 1% de acidez.
AZEITE VIRGEM
Obtido através da extração por processo de prensagem mecânica das azeitonas.
• Sabor e aroma marcantes com acidez abaixo de 2%.
AZEITE PURO
• Composto por azeite refinado e azeite virgem, apresentando menos de 1,5% de acidez.
As frações obtidas através da extração por processo de prensagem mecânica das azeitonas, que possuem acidez acima de 3,3% de acidez são refinadas para eliminação de defeitos, como acidez elevada e sabor e aroma desagradáveis. O azeite refinado é então utilizado para formar o Azeite de Oliva.
Azeite e saúde
Azeite de Oliva rico em um tipo de gordura saudável!
A grande diferenciação e os benefícios de saudabilidade associados ao consumo do azeite de oliva está diretamente relacionado a sua composição que é rica em ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oléico, e baixo em saturados o que favorece o controle do colesterol, pois pode ajudar a reduzir o colesterol “ruim” (LDL) no sangue, mantendo o nível de colesterol “bom” (HDL). Desse modo permitindo um equilíbrio saudável entre os dois tipos de colesterol.
A presença de hidrocarbonetos (esqualeno) no azeite favorecem a excreção de toxinas, ajuda na saúde celular e tem efeitos anticarcinogênicos. Possui esteróis (ß-sitosterol) favorecendo a redução do colesterol e ajuda na prevenção e combate ao câncer (próstata, colon, mama), compostos fenólicos que inibem oxidação, reagem com radicais livres, inibindo a agregação plaquetária e previnem a oxidação do LDL e Contém vitamina E, um poderoso antioxidante.
O azeite de oliva,contribui na prevenção de algumas doenças.
Arteriosclerose
• Trombose
• Diabetes mellitus
• Doença biliar
• Pele (efeito protetor e tonificante)
• Cataratas e doenças oculares
• Mineralização óssea – Hipertensão
• Câncer (mama, próstata, trato digestivo)
• Aumenta a expectativa de vida (fortalece o sistema imunológico)
• Tem efeito positivo sobre a depressão
• Confere proteção contra a deterioração da função cognitiva (perda de memória)
Fonte: Associação Brasileira de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliveira